‘Se não houver uma terceira via significativa, vou de Lula’, diz FHC sobre eleições – ITAPICURU FM 104,9

‘Se não houver uma terceira via significativa, vou de Lula’, diz FHC sobre eleições

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse que irá votar no também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caso não haja uma terceira via significativa. Em entrevista ao jornal Valor Econômico nesta sexta-feira (14), FHC chegou a afirmar que, em caso de polarização com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), fará campanha para o petista em 2022.

“Espero que não seja necessário, mas se for, provavelmente, sim [farei campanha]. PT é um partido importante que se organizou. Não tenho medo do PT. (…) Não sei se representa o futuro do Brasil, mas Bolsonaro representa um futuro que não tem meu entusiasmo. Se não houver uma terceira via significativa, vou de Lula. Quem não tem cão caça com gato“, afirmou.

Apesar de discordar do posicionamento do governo atual, FHC ponderou que não concorda que Bolsonaro seja classificado como fascista. Para ele, o presidente “tem impulsos autoritários”, mas não pode fazer o que quer.

“Do ponto de vista de um sociólogo tem que se ter precisão. Pode ter um gesto fascista, mas não é fascista. No fascismo não tem liberdade de ação, não tem eleição. É diferente“, disse.(

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse que irá votar no também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caso não haja uma terceira via significativa. Em entrevista ao jornal Valor Econômico nesta sexta-feira (14), FHC chegou a afirmar que, em caso de polarização com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), fará campanha para o petista em 2022.

“Espero que não seja necessário, mas se for, provavelmente, sim [farei campanha]. PT é um partido importante que se organizou. Não tenho medo do PT. (…) Não sei se representa o futuro do Brasil, mas Bolsonaro representa um futuro que não tem meu entusiasmo. Se não houver uma terceira via significativa, vou de Lula. Quem não tem cão caça com gato“, afirmou.

Apesar de discordar do posicionamento do governo atual, FHC ponderou que não concorda que Bolsonaro seja classificado como fascista. Para ele, o presidente “tem impulsos autoritários”, mas não pode fazer o que quer.

“Do ponto de vista de um sociólogo tem que se ter precisão. Pode ter um gesto fascista, mas não é fascista. No fascismo não tem liberdade de ação, não tem eleição. É diferente“, disse.

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