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Uma Copa termina para o Brasil e começa outra: Lula livre e candidato

Publicado em 07/07/2018 às 06:48h

Com a eliminação do Brasil na Copa do Mundo, após a derrota por 2 a 1 diante da talentosa seleção da Bélgica, o foco do Brasil passa a ser as eleições, marcadas para o dia 7 de outubro, quando serão decididos o futuro presidente da República, além de senadores, deputados federais, governadores e deputados estaduais.

Na prática, uma Copa termina para o Brasil e outra, para não se dizer que começa, volta a ter força total. Aquela que prega pela liberdade do ex-presidente Lula, cujo cárcere político completa três meses neste sábado, 7 de julho, e trabalha por sua campanha, que lidera todas as pesquisas de intenção de voto. No dia 15 de agosto, seu nome será registrado como candidato no TSE com forte mobilizar popular.

Mesmo durante o Mundial, no entanto, Lula se mostrou sempre presente na política. Somente nesta semana, ele indicou os coordenadores de sua campanha, divulgou uma carta em que fez duras críticas a manobras do Supremo Tribunal Federal e passou mensagem importante ao receber João Pedro Stédile, do MST e Rui Falcão, ex-presidente do PT, na PF em Curitiba, onde está preso.

A partir de agora, os próximos passos terão sequência para a corrida eleitoral, como as alianças do PT por todo o Brasil, o lançamento de pré-candidaturas de Lula em todos os Estados, como o partido já havia anunciado, e eventualmente a gravação de vídeos pelo ex-presidente, mesmo dentro da prisão, se houver autorização da Justiça.

A esperança da liberdade também ganha novos ares. Neste mês de recesso do Judiciário, o ministro Dias Toffoli assume a presidência do STF no lugar de Cármen Lúcia, que substituirá Michel Temer na presidência da República, em decorrência de várias viagens do peemedebista ao exterior. Nesse meio tempo, há uma expectativa de que o ministro possa aceitar alguma liminar da defesa de Lula.


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