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Suicídio é 'epidemia silenciosa' que mata uma pessoa a cada 45 minutos no Brasil

Publicado em 11/06/2018 às 06:35h


Aos onze anos César* senta com os pais. Estudioso, ele sonha em ser médico. Pede para ser transferido para uma escola em que ser muito dedicado nas aulas não seja motivo de bullying, como acontece no seu colégio. Quer mais desafios, um ambiente que o estimule. Gostaria de frequentar uma universidade internacional, como a americana Harvard. O idioma não seria um impeditivo, pois César nasceu nos Estados Unidos e é fluente em inglês. Juntos, os três analisaram as opções e escolheram uma das mais tradicionais instituições de ensino da cidade de São Paulo, conhecida pelo rigor das avaliações, alto índice de aprovação dos alunos em bons vestibulares e mensalidades caríssimas. Com o passar dos anos, César pareceu se adaptar, até entrou para um grupo de trabalho voluntário no Hospital das Clínicas. Introspectivo, passava o tempo livre entretendo crianças internadas para tratamento de câncer.


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